terça-feira, 26 de maio de 2015

Criar de forma muito divertida!


Esta formação permitiu abrir os horizontes dos meus alunos, desenvolvendo trabalhos muito divertidos. A forma como se encararam estes desafios entram na mecânica de construir textos criativos com base na resolução de um problema. Assim sendo, desta dinâmica nasce a discussão e crítica dos trabalhos do outro, não sendo monopolizada pelo professor. Este autoconhecimento da produção literária permite uma aproximação à escrita mais "terra a terra", aproximando os alunos de uma sensação de prazer ao escrever. 

Na sala de aula, em que nos encontramos a explorar possíveis soluções para o "constrangimento/mote" criado, que necessita de solução, não é mais do que uma réplica do que já se foi fazendo em várias épocas por artistas e escritores, onde se juntavam para discutir e refletir “Até Van Gogh, o símbolo máximo do artista louco e solitário, tinha um amigo, Gauguin, com quem comparava técnicas e ao lado de quem pintava”.

Se entendermos como um jogo todos estes exercícios e se os disponibilizarmos deste modo aos nossos alunos, isso irá contribuir sem dúvida para uma frescura imaginativa que depois se irá refletir noutros saberes. Albert Einstein usava uma expressão que me parece interessante neste contexto "A imaginação é mais importante do que o conhecimento!".

Ilustração de Edgar

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